Não espere maravilhas visuais, nem mesmo com todas as opções gráficas definidas no Ultra-Über-Hiper-Super-Very High. O fato é que KF utiliza uma modificação de um motor gráfico antigo, o Unreal Engine 2.5, o que lhe permite visuais suficientes para exibir sua proposta, e nada mais, sem grandes inovações, completamente aceitável para um jogo que sai por menos de US$ 15 e concebido como uma modificação. Ao menos, também não é necessário nenhum computador da NASA para jogá-lo, muito pelo contrário, o jogo é bem fluído.
Notas
Jogabilidade: 8,5 Graças aos perks e seus efeitos sobre cada partida, que acaba criando um sistema de classes improvisado, a jogabilidade de Killing Floor é divertida e competente, apesar de ser repetitiva.
Enredo: 6,0 Base histórica fraquíssima e pouco inspirada. Serve apenas como tapa buraco para basear a proposta do título.
Gráficos: 7,5 Gráficos fracos, da geração anterior, mas nem por isso feios. Modelos e cenários são bem produzidos, mas as animações ruins estragam o visual.
Áudio: 7,5 Músicas se adaptam bem ao clima caótico e sombrio, mas não é possível dizer o mesmo da dublagem de seus companheiros, que chega a ser irritante de tão genérica.
Fun Factor: 9,0 Variedade bacana de inimigos e arsenal, efeito de slow-motion divertido, boas possibilidades táticas graças aos cenários bem amplos, clima caótico e emocionante, ajudam a deixar o jogo super divertido.
Multiplayer: 9,0 Arquitetura multiplayer leve e bem baseada na plataforma Steamworks permite um acesso rápido ao rico modo multi-jogador de Killing Floor.